domingo, 14 de agosto de 2011

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Nunca percebemos


Nós nunca percebemos o valor de uma pessoa, até que a perdemos.
E nunca há motivos suficientes para as termos de volta.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Feliz Dia do Amigo




Feliz Dia do Amigo

Eu talvez não tenha muitos amigos.
Mas os que eu tenho são os melhores que alguém poderia ter.
Além disso tenho sorte, porque os amigos que tenho têm muitos
amigos e os dividem comigo.
Assim o meu número de amigos sempre aumenta, já que eu sempre ganho amigos dos meus amigos.
Foi assim aqui, uns eu ganhei há tempos, outros são mais recentes.
E quem os deu não ficou sem eles, pois a amizade pode sempre ser
dividida sem nunca diminuir ou enfraquecer.
Pelo contrário, quanto mais dividida, mais ela aumenta.
E há mais vantagens na amizade: é uma das poucas coisas que não
custam nada e valem muito, embora não sejam vendáveis.
Entretanto, é preciso que se cuide um pouco das amizades. As mais recentes, por exemplo, precisam de alguns cuidados...Poucos, é verdade, mas indispensáveis.
É preciso mantê-las com um certo calor, falar com elas mais amiúde e no início, com muito jeito.
Com o tempo elas crescem, ficam fortes e até suportam alguns trancos.

Prezo muito minhas amizades e reservo sempre um canto no
meu peito para elas.
E, sempre que surge a ocasião, também não perco a oportunidade de dar um amigo a um amigo, da mesma forma que eu ganhei.
E não adiantam as despedidas, de um amigo ninguém se livra fácil.
A amizade além de contagiosa é totalmente incurável. "

(Vinicius de Moraes)


Obrigada por você ser meu amigo(a)

Felicidades

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Uma coisa que aprendi na vida


Uma coisa que aprendi na vida:
Deus não te tira as coisas,
Ele te livra delas...

terça-feira, 21 de junho de 2011

Definitivo



Definitivo


Definitivo, como tudo o que é simples.

Nossa dor não advém das coisas vividas,

mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.


Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos

o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções

irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado

do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter

tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que

gostaríamos de ter compartilhado,

e não compartilhamos.

Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.


Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas

as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um

amigo, para nadar, para namorar.


Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os

momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas

angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.


Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.


Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo

confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,

todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.


Por que sofremos tanto por amor?

O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma

pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez

companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.


Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um

verso:


Se iludindo menos e vivendo mais!!!

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida

está no amor que não damos, nas forças que não usamos,

na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do

sofrimento, perdemos também a felicidade.


A dor é inevitável.

O sofrimento é opcional...

(Carlos Drumond de Andrade)

domingo, 12 de junho de 2011

Um beijo



Nada faltava naquele beijo?
Tinha a cor das manhãs,
o cheiro do café coado na hora
e a maciez das cobertas em dia de frio.
Era um beijo com jeito de roubado,
presente em papel de seda embrulhado
e muito laço de fita.
Um beijo com gosto de dia de folga,
sabor de batata frita.
Mais que um beijo,
a satisfação do desejo.
Era mais que um toque de lábios e línguas,
ou troca de sumos e sucos, afinal.
Era a penetração de almas em gozo.
Era puro êxtase,
tesouro precioso...
Só faltava ser real.

odeteronchibaltazar

do livro "Caixinha de segredos", Ed. AVBL, pag. 83

sábado, 4 de junho de 2011

... 3 anos sem você, meu pai!...



... 3 anos sem você, meu pai!...
Queria que você, de alguma maneira, estivesse aqui de novo...
Queria que você estivesse de alguma maneira, por perto...
Queria poder ouvir a sua voz...
Queria você nem que fosse por uns segundinhos, só para eu sentir seu cheiro, seu abraço...
Quanta saudade pai!!!

NAO QUERIA TER OUTRA VIDA... NEM ENCONTRAR O PRÓPRIO DEUS... SÓ QUERIA PODER ABRAÇAR MEU PAI MAIS UMA VEZ E DIZER PRA ELE O QUANTO EU O AMO.